Diretores do Sindsaúde participam de reuniões da Mesa Nacional de Negociação Permanente do SUS

 Diretores do Sindsaúde participam de reuniões da Mesa Nacional de Negociação Permanente do SUS

O diretor do Sindsaúde e da Fenacsaúde, Ricardo Manzi, representando a Confederação Nacional dos Trabalhadores em Seguridade Social (CNTSS/CUT), e a diretora do Sindsaúde, Elaine Silva, representando a Federação Nacional dos Agentes Comunitários de Saúde e Agentes de Combate às Endemias (Fenasce), marcaram presença nas reuniões da Mesa Nacional de Negociação Permanente (MNNP-SUS) que aconteceram em Brasília nos dias 19 e 20.

Na ocasião, os diretores participaram de discussões relacionadas à quatro Grupos de Trabalho (GTs), que são: Desprecarização; Democratização do Trabalho e Negociação Coletiva; Saúde do Trabalhador e da Trabalhadora; e Força de Trabalho da Saúde Indígena.

Segundo o diretor Ricardo Manzi, os principais pontos abordados nos encontros foram o fluxo da assinatura do termo de adesão das Mesas Subnacionais de Negociação Permanente do SUS, que são as mesas Estaduais e Municipais, bem como a revisão da minuta de alteração do protocolo 8 da MNNP-SUS que institui as diretrizes da Política Nacional da Promoção da Saúde do Trabalhador do SUS.

“A integração da MNNP-SUS com os estados e municípios é um eixo fundamental para buscar melhorias aos trabalhadores de forma efetiva com base nas políticas públicas de saúde implementadas em todo o Brasil. Além disso, as questões voltadas à saúde integral das trabalhadoras e trabalhadores merecem uma atenção especial diante dos desafios e da precarização do trabalho que o SUS enfrenta com os modelos terceirização e privatização”, destaca Manzi.

Já a diretora Elaine Silva, enfatiza a importância das reuniões da MNNP-SUS para validar o desenvolvimento das propostas e ações em defesa dos trabalhadores. “Precisamos continuar alinhando os objetivos e planejamentos das mesas de negociação para que a valorização dos trabalhadores e a qualidade do SUS seja promissora, combatendo a precarização e promovendo a saúde dos trabalhadores, sem esquecer a necessidade reconhecimento da força de trabalho da saúde dos nossos povos originários”, afirma Elaine.

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