Sindsaúde divulga simulação dos novos vencimentos da SES/GO com última parcela da recomposição

 Sindsaúde divulga simulação dos novos vencimentos da SES/GO com última parcela da recomposição

O Sindsaúde Goiás disponibiliza a simulação atualizada da tabela de vencimentos dos trabalhadores e trabalhadoras da Secretaria de Estado da Saúde (SES-GO) com a aplicação da terceira e última parcela da recomposição salarial dos novos Planos de Cargos e Remuneração (PCR), prevista para agosto de 2026. Além disso, os valores já consideram a aplicação da data-base de 4,26%, concedida em maio deste ano de 2026.

Essa etapa representa mais um avanço na recuperação das perdas acumuladas ao longo dos anos e substitui definitivamente o antigo plano, regido pela Lei nº 18.464/2014. Para os trabalhadores e trabalhadoras enquadrados na Lei nº 22.524/2024, os percentuais de reajuste nesta última parcela variam entre 10,97% e 20,10%, contemplando cargos como fiscais, auditores, médicos, cirurgiões-dentistas e analistas. Já para o quadro transitório, regido pela Lei nº 23.232/2025 — que inclui auxiliares, agentes e demais categorias — o reajuste será de 5%.

A simulação da tabela de vencimentos foi elaborada pelo Departamento Intersindical de Estatísticas e Estudos Socioeconômicos (Dieese) para que cada servidor e servidora acompanhe como ficará sua remuneração.

Confira aqui a simulação e veja como ficarão os vencimentos a partir de agosto de 2026.

Conquista é fruto da mobilização

O Sindsaúde destaca que essa vitória não veio por acaso. A reestruturação dos planos de carreira é resultado direto de anos de mobilização, organização e resistência da categoria. Assembleias, atos públicos, negociações e pressão política foram fundamentais para garantir avanços concretos.

Essa conquista também contou com o apoio do mandato do deputado estadual Mauro Rubem, aliado histórico da luta em defesa do serviço público e dos trabalhadores da saúde.

Seguimos na luta por mais avanços

Apesar do avanço representado pela recomposição, o Sindsaúde reforça que a luta continua. Ainda há desafios a serem enfrentados, como a valorização plena das carreiras, isonomia no reajuste, melhores condições de trabalho e o fortalecimento do SUS 100% público, sem privatização.

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